Sobre a Palácio dos Cartões
Sou Marco Reis e escrevo a Palácio dos Cartões: educação financeira e análises para quem investe no Brasil. São 39 artigos feitos para responder a uma pergunta de dinheiro por vez — e não para cobrir o noticiário do dia.
A assinatura que você vê em cada artigo
Marco Reis · CEO e editor
Há dez anos estuda e aplica em renda fixa, renda variável e criptoativos, e escreve sobre os produtos que acompanha com o próprio dinheiro. Programador, construiu o site e as ferramentas de redação da Palácio dos Cartões, da qual é CEO. Também corre maratonas.
Quem responde por este site
Eu. Escolho a pauta, escrevo, confiro, reviso e assino — e apareço como autor e como revisor em cada artigo, com data, porque é isso que acontece de fato: a Palácio dos Cartões é uma operação de uma pessoa. Prefiro dizer isso a escrever "nossa equipe". Quem lê sobre o próprio dinheiro merece saber quantas pessoas estão do outro lado.
Não é empresa: é um projeto que mantenho como pessoa física, em Sabará, MG. Para falar comigo, sobre qualquer assunto, é sempre o mesmo endereço: contato@palaciodoscartoes.com.br.
Como um artigo chega ao ar
- A pauta sai de uma dúvida real — o que as pessoas procuram sobre um produto ou um indicador, não o que rendeu manchete.
- Começo a apuração na fonte primária: o órgão, a empresa ou a norma que responde pelo assunto — em pauta de investimento, isso quer dizer Banco Central, Tesouro Nacional, IBGE, B3, FGC e a legislação. Quando um número aparece aqui, ele tem endereço.
- Escrevo a primeira versão com apoio de inteligência artificial — e digo isso no pé de cada artigo, com o que ela fez e o que não fez.
- Nada vai ao ar sem revisão humana. Eu leio, corrijo, aprovo e publico. A publicação é um ato manual.
Esse último passo não depende da minha disciplina, e é por isso que ele vale como promessa: o próprio código recusa. Um artigo só pode ser publicado com autor identificado no registro do site, revisor com data, no mínimo duas fontes primárias e a nota de transparência quando houve IA. Se faltar um desses, o site não é gerado — o erro aparece na hora de publicar, não depois. Rascunho também não escapa: em produção, o site só monta página para o que foi aprovado.
De onde vem o que eu afirmo
As instituições que mais aparecem nos artigos, nesta ordem. Cada texto lista as suas no rodapé, com link, para você conferir uma por uma:
- B3 — b3.com.br
- Banco Central — bcb.gov.br
- Planalto — planalto.gov.br
- IBGE — ibge.gov.br
- Receita Federal — gov.br/receitafederal
- FGC — fgc.org.br
O que você não vai encontrar aqui
- Recomendação de compra ou venda. Eu explico como um produto funciona e o que ele cobra; a decisão, e o risco dela, são de quem investe. Está nos Termos de Uso e no aviso ao pé de cada artigo.
- Pedido de e-mail. Não há cadastro, newsletter nem captura de contato — o único campo do site é a busca. Você lê e vai embora. O que o site registra, e o que não registra, está na Política de Privacidade.
- Publicidade disfarçada de análise. Nenhum artigo daqui foi comprado. Se um dia houver conteúdo patrocinado, ele vem rotulado como tal — é o compromisso escrito no Código de Ética.
- IA assinando artigo. A automação me ajuda a pesquisar e a escrever a primeira versão. Ela não decide e não assina: a responsabilidade pela informação é minha.
Como o site se sustenta
Com publicidade — é o único modelo de receita da Palácio dos Cartões. O anúncio fica identificado e separado do texto, e quem compra espaço não opina no conteúdo: essa separação é a regra registrada em Compliance. Para anunciar, escreva para contato@palaciodoscartoes.com.br.
Achou um erro?
Me escreva. Correção aqui não é favor: erro apontado eu corrijo, e a mudança relevante entra no histórico de atualizações do artigo, com data visível — do mesmo jeito que a data da última revisão fica ao lado da assinatura. Se preferir, a página de contato reúne os canais.